Perambular pelas ruas
Com um peso imenso nas costas
Faça chuva ou faça sol
Altamente alterado, cuspindo bobagens
Encima de um altar de imagens.
Sejam quais forem os rótulos
Será sempre rotineiro dar comida aos porcos
Alimentando suposições, super alienações.
Acreditar com toda força na sua verdade,
Isso também é liberdade!
Não ter pra onde ir
Não ter o que comer
Fazer das tripas coração
Pra sobreviver.
Cavalos selvagens insistem em correr dentro de mim,
Aviões caças mergulham em queda livre, será que é o fim!?
Acreditar com toda força na sua verdade,
Isso também é liberdade!
Por: Jéclysson Taboca.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Insônia.
Ando pela casa, descalço no escuro
Algumas vezes ando
Outras vezes rastejo
Não é mais absurdo
Não consigo dormir
Tem um percevejo grudado em mim
Sigo ruídos mais ou menos assim...
O que você quer ser, quando você crescer?
Poesia não importa, seja antes de morrer!
Te proíbo, te odeio, você não me faz ri
Guri que meche em fogo não consegue dormir.
Velho corcunda, olhos de rubi
Nem sinto o peso do meu percevejo
Ele se alimenta de pedaços de mim
E no fim da noite volto a ouvir.
Por: Jéclysson Taboca.
Algumas vezes ando
Outras vezes rastejo
Não é mais absurdo
Não consigo dormir
Tem um percevejo grudado em mim
Sigo ruídos mais ou menos assim...
O que você quer ser, quando você crescer?
Poesia não importa, seja antes de morrer!
Te proíbo, te odeio, você não me faz ri
Guri que meche em fogo não consegue dormir.
Velho corcunda, olhos de rubi
Nem sinto o peso do meu percevejo
Ele se alimenta de pedaços de mim
E no fim da noite volto a ouvir.
Por: Jéclysson Taboca.
Ultima refeição.
Vejo o teto refletindo no meu prato
Sombras desajustadas,
Espalhadas no espaço tridimensional.
O bem e o mal encontra dentro de si
E sumir daqui, tenho que sumir daqui.
Não quero mais sentir
As paredes me esmagando
A visão não tem alcance daqui
Preciso sangrar muito mais,
Mais longe de ti.
Meu pé no chão não tende a impedir
Que meus pensamentos plenamente, plane sobre mim.
E me levando bem mais distante de tudo isso que há dentro de mim.
Bem você sabe que não te cabe me impedir
Mais fica aqui tentando me definir
E eu já estou de saco cheio de evitar discutir.
Sumir daqui, tenho que sumir daqui!
Por: Jéclysson Taboca!
Sombras desajustadas,
Espalhadas no espaço tridimensional.
O bem e o mal encontra dentro de si
E sumir daqui, tenho que sumir daqui.
Não quero mais sentir
As paredes me esmagando
A visão não tem alcance daqui
Preciso sangrar muito mais,
Mais longe de ti.
Meu pé no chão não tende a impedir
Que meus pensamentos plenamente, plane sobre mim.
E me levando bem mais distante de tudo isso que há dentro de mim.
Bem você sabe que não te cabe me impedir
Mais fica aqui tentando me definir
E eu já estou de saco cheio de evitar discutir.
Sumir daqui, tenho que sumir daqui!
Por: Jéclysson Taboca!
Sinfonia Mística.
Pingos de chuva, são claves de sol
Raios de sol na tua pele ruiva
Sinto a guitarra com a tua distorção
Pássaros voam pela contra mão
Não é só desejo, é pura obsessão
Sentir o som vindo em minha direção
Cheiro de terra a me molhar
Milhares de cores escoam pelo chão
Segura a minha mão e com a minha mente
Você sente eu te tocar.
Irradia o luar sinfonia mística
Incensando o lugar sinfonia cósmica
Milhares de sombras pra ocultar
Como me seca ao me molhar
Não é magia mais faz parte do ritual
Fazer uma corrente do bem contra o mal
Irradia o luar sinfonia mística
Incensando o lugar sinfonia cósmica
Por: Jéclysson Taboca; Igor Gengivinha.
Raios de sol na tua pele ruiva
Sinto a guitarra com a tua distorção
Pássaros voam pela contra mão
Não é só desejo, é pura obsessão
Sentir o som vindo em minha direção
Cheiro de terra a me molhar
Milhares de cores escoam pelo chão
Segura a minha mão e com a minha mente
Você sente eu te tocar.
Irradia o luar sinfonia mística
Incensando o lugar sinfonia cósmica
Milhares de sombras pra ocultar
Como me seca ao me molhar
Não é magia mais faz parte do ritual
Fazer uma corrente do bem contra o mal
Irradia o luar sinfonia mística
Incensando o lugar sinfonia cósmica
Por: Jéclysson Taboca; Igor Gengivinha.
Paty Gasolina
Ela entra no teu carro
Fecha porta de vermelho
já bebeu o dia inteiro daqui já sinto o cheiro
De gasolina, dessa menina!
Não para de dançar
Ela cheira no banheiro
Engole o mundo de um gole só
Mistura louca de Malte e pó.
Medusa de esquina
O teto ela arranha
Pois sempre estar por cima!
Um trovão, um terremoto que faz tudo trepidar!
Furiosa na estrada
A vista mais uma presa
Ela curte uma princesa
Ela brinca de casinha
Num castelo de oura fantasia!
Um vulcão em erupção que faz tudo trepidar!
Por: Jéclysson Taboca.
Fecha porta de vermelho
já bebeu o dia inteiro daqui já sinto o cheiro
De gasolina, dessa menina!
Não para de dançar
Ela cheira no banheiro
Engole o mundo de um gole só
Mistura louca de Malte e pó.
Medusa de esquina
O teto ela arranha
Pois sempre estar por cima!
Um trovão, um terremoto que faz tudo trepidar!
Furiosa na estrada
A vista mais uma presa
Ela curte uma princesa
Ela brinca de casinha
Num castelo de oura fantasia!
Um vulcão em erupção que faz tudo trepidar!
Por: Jéclysson Taboca.
Outra vez.
Fogos de artifício, em meio a escuridão
Em minhas mãos algumas seringas
Pra começar a brincar...
... Não se vá!
Cada pregada de pavor,
Seu toque de dor é uma ervilha
Que Mendel descobriu e se viu
No vazio, levitar
E depois implorar
Pra tudo começar,
Outra vez...
Não se vá...
Por: Jéclysson Taboca.
Em minhas mãos algumas seringas
Pra começar a brincar...
... Não se vá!
Cada pregada de pavor,
Seu toque de dor é uma ervilha
Que Mendel descobriu e se viu
No vazio, levitar
E depois implorar
Pra tudo começar,
Outra vez...
Não se vá...
Por: Jéclysson Taboca.
Jow Tromundo
Saudações! Terráqueos, já cansei de suspirar
Tentando encontrar o que defina vocês.
São razões progressivas e fingidas, que vão nos ensinar
Pro resto da vida... Aprisionar... Criancinhas... A se multiplicar
Em pensamentos miúdos, Pedaços pequenos, multicelular, pra falar e falar o que só pode pensar... Por que é limitado!
É tão simples saber contar e explicar tudo em cálculos exatos.
Recolha os pratos e deixe ás feridas a mostra.
Começaremos a salivar e poderemos disfarçar a morte.
Que se é feita encima do altar, ou embaixo do poste.
Criando uma casca de cimento e concreto encima da própria pele...
Não se pode respirar, transpirar admirar e continuar,
Pirando por tamanha beleza... Tristeza! Deixa o natural se manifestar.
Hei! Terráqueos! Volto a te falar, que somos do meio,
O termo usado pra explicar, que o universo não começa no sistema solar!
Por: Jéclysson Taboca.
Tentando encontrar o que defina vocês.
São razões progressivas e fingidas, que vão nos ensinar
Pro resto da vida... Aprisionar... Criancinhas... A se multiplicar
Em pensamentos miúdos, Pedaços pequenos, multicelular, pra falar e falar o que só pode pensar... Por que é limitado!
É tão simples saber contar e explicar tudo em cálculos exatos.
Recolha os pratos e deixe ás feridas a mostra.
Começaremos a salivar e poderemos disfarçar a morte.
Que se é feita encima do altar, ou embaixo do poste.
Criando uma casca de cimento e concreto encima da própria pele...
Não se pode respirar, transpirar admirar e continuar,
Pirando por tamanha beleza... Tristeza! Deixa o natural se manifestar.
Hei! Terráqueos! Volto a te falar, que somos do meio,
O termo usado pra explicar, que o universo não começa no sistema solar!
Por: Jéclysson Taboca.
24 horas.
Hoje à noite posso delirar
Não importa como vou rimar
Vou gritar algo pra acordar
sobre fontes de arma nuclear
O que eu vou falar tem que falar baixo
Pra não ajudar a despertar...
... O que tem em baixo do céu,
O que tem encima da terra?
Acho que é você!
O meu chão treme,
As rugas aumentam,
Ta tudo boiando, e você ai parado tá assistindo o que?
O que você tem a dizer, com o que passa na TV?
Será o fim do mundo?
Temos 24 horas!
Tudo não passa de suposição
Será que os maias tiveram educação?
Qual a hora certa de pular do barco?
Sou um Kamikaze, e caso eu me case,
Vou contar pros meus filhos que será...
... Será o fim do mundo!
Temos 24 horas!
Por: Jéclysson Taboca.
Não importa como vou rimar
Vou gritar algo pra acordar
sobre fontes de arma nuclear
O que eu vou falar tem que falar baixo
Pra não ajudar a despertar...
... O que tem em baixo do céu,
O que tem encima da terra?
Acho que é você!
O meu chão treme,
As rugas aumentam,
Ta tudo boiando, e você ai parado tá assistindo o que?
O que você tem a dizer, com o que passa na TV?
Será o fim do mundo?
Temos 24 horas!
Tudo não passa de suposição
Será que os maias tiveram educação?
Qual a hora certa de pular do barco?
Sou um Kamikaze, e caso eu me case,
Vou contar pros meus filhos que será...
... Será o fim do mundo!
Temos 24 horas!
Por: Jéclysson Taboca.
sábado, 22 de maio de 2010
Nas nuvens
Tua respiração movimenta as minhas mãos
Tudo o que eu sinto é pura penetração na tua alma
Nesse compasso de dois tempos me recordo de um som
O vento em movimento em contato com o metal
Do lado da ferrovia tem um sino que me acalma
Tem boca, mais não tem som
Sino de outro corpo celeste ou não
Antes que o jogo vire e você esteja por cima outra vez das nuvens
Te faço voar sem perder a linha féria
E se ela te ferrar tome mais um drinque e volte a relaxar
Vou te levar pras nuvens, eu já to lá!
Por: Jéclysson Taboca.
Tudo o que eu sinto é pura penetração na tua alma
Nesse compasso de dois tempos me recordo de um som
O vento em movimento em contato com o metal
Do lado da ferrovia tem um sino que me acalma
Tem boca, mais não tem som
Sino de outro corpo celeste ou não
Antes que o jogo vire e você esteja por cima outra vez das nuvens
Te faço voar sem perder a linha féria
E se ela te ferrar tome mais um drinque e volte a relaxar
Vou te levar pras nuvens, eu já to lá!
Por: Jéclysson Taboca.
Contato visual
Olhe bem para mim
Por favor não resista
Não sou só o que podes ver
Não sou um artista
Por favor não me leve a sério
Só porque amo você
É que ainda acho esse lance cafona
Por que áfona você
Olhe e não veja o que sou
Pode te assustar
Posso até querer te ouvir
Mais não te deixo falar
Falo melhor com a visão
A boca é pra beijar
E procuro entender o teu coração
Ando prestando atenção, olhando pra o chão
Quase nunca tropeço, mais ando em vão
Por que só sei olhar pra baixo
E não vejo mais a emoção
Existe muito mais ao redor
Assistam detalhes ocultos diz a canção,
Ergam as suas cabeças, preste mais atenção.
Por: Jéclysson Taboca.
Por favor não resista
Não sou só o que podes ver
Não sou um artista
Por favor não me leve a sério
Só porque amo você
É que ainda acho esse lance cafona
Por que áfona você
Olhe e não veja o que sou
Pode te assustar
Posso até querer te ouvir
Mais não te deixo falar
Falo melhor com a visão
A boca é pra beijar
E procuro entender o teu coração
Ando prestando atenção, olhando pra o chão
Quase nunca tropeço, mais ando em vão
Por que só sei olhar pra baixo
E não vejo mais a emoção
Existe muito mais ao redor
Assistam detalhes ocultos diz a canção,
Ergam as suas cabeças, preste mais atenção.
Por: Jéclysson Taboca.
Astrolábio
Ó mestre nos mostra o caminho
Pra verdade e pra luz,
Pras estrelas do céu por favor nos conduz
Os ventos andam tão lentos
Paralisando os talentos
Que morrem na cruz
Não é pedir de mais, nos só queremos a luz!
Pouco me importa se os astros estão longe de mais
Eu não eu não meço os passos, não olho pra traz
Falo, falo aqui de baixo,mais não falo só por mim
Falo pra um monte de gente que também pensa assim
E se se oporem e imporem limites
Grite bem mais forte, que o céu é o limite!
Por: Jéclysson Taboca.
Pra verdade e pra luz,
Pras estrelas do céu por favor nos conduz
Os ventos andam tão lentos
Paralisando os talentos
Que morrem na cruz
Não é pedir de mais, nos só queremos a luz!
Pouco me importa se os astros estão longe de mais
Eu não eu não meço os passos, não olho pra traz
Falo, falo aqui de baixo,mais não falo só por mim
Falo pra um monte de gente que também pensa assim
E se se oporem e imporem limites
Grite bem mais forte, que o céu é o limite!
Por: Jéclysson Taboca.
Ar de inseto
Está tudo de pernas pro ar,
De cabeça pra baixo,
De fundilhos na mão.
As mãos nos ouvidos
Por causa dos ruídos que vem do porão.
Me abaixo mais não baixo o som em sincronia com as mãos
Cidade minúscula tem pernas e tem braços
Mais não consegue caminhar.
Tem tudo pra dar certo
Mais não nutre o seu ar
De sonhos para um inseto,
Um inseto decolar
Inserto do que quer
Por que inseto que voa
Tem mais chances de dar certo.
Por: Jéclysson Taboca.
De cabeça pra baixo,
De fundilhos na mão.
As mãos nos ouvidos
Por causa dos ruídos que vem do porão.
Me abaixo mais não baixo o som em sincronia com as mãos
Cidade minúscula tem pernas e tem braços
Mais não consegue caminhar.
Tem tudo pra dar certo
Mais não nutre o seu ar
De sonhos para um inseto,
Um inseto decolar
Inserto do que quer
Por que inseto que voa
Tem mais chances de dar certo.
Por: Jéclysson Taboca.
Aproveite o dia
Como será o amanhã se não houver o hoje?
Viva o momento que pra tudo tem sua hora
Não importa se é agora, ou se é depois
O importante é que você aproveite os dois
Viver é uma arte que não tem segredo
Basta você perder o seu medo
Então venha, perca o seu medo,
não tem segredo
Beijos e abraços vão te ajudar
Esqueça o que passou venha zoar
Não importa a tua idade, raça, ou profissão
Junte-se a nós não tem preconceito não!
Venha, junte-se a nós, é só chegar.
Por Jéclysson Taboca.
Viva o momento que pra tudo tem sua hora
Não importa se é agora, ou se é depois
O importante é que você aproveite os dois
Viver é uma arte que não tem segredo
Basta você perder o seu medo
Então venha, perca o seu medo,
não tem segredo
Beijos e abraços vão te ajudar
Esqueça o que passou venha zoar
Não importa a tua idade, raça, ou profissão
Junte-se a nós não tem preconceito não!
Venha, junte-se a nós, é só chegar.
Por Jéclysson Taboca.
Apenas lembranças
Não vou mais te ouvir
Porque nem que eu queira, não posso te trair
Vou e não volto nunca mais
Mamãe me ensinou que isso não se faz
Posso até te amar
Mas vergonha na cara não me faltará
Tu me destes dois caminhos
Uma faca de dois gumes
Mais não sei qual dos dois usar
Então melhor guardar
Tu virastes lembranças num porão
Coisa que passa e só fica em canção
Te amei baby mais você só ficou numa canção
Mais não chore essa noite
Eu não quis te machucar
E o que ficou de nós?
Palavras soltas pelo ar
Numa canção, numa canção!
Por: Jéclysson Taboca
Porque nem que eu queira, não posso te trair
Vou e não volto nunca mais
Mamãe me ensinou que isso não se faz
Posso até te amar
Mas vergonha na cara não me faltará
Tu me destes dois caminhos
Uma faca de dois gumes
Mais não sei qual dos dois usar
Então melhor guardar
Tu virastes lembranças num porão
Coisa que passa e só fica em canção
Te amei baby mais você só ficou numa canção
Mais não chore essa noite
Eu não quis te machucar
E o que ficou de nós?
Palavras soltas pelo ar
Numa canção, numa canção!
Por: Jéclysson Taboca
You can open the door!
Porque querer brincar de ser Deus?
Se estamos bem mais próximos do inferno.
Pra onde todos iram?
Irmãs e irmãos, cristãos ou pagãos.
Basta olhar em sua volta e entender porque todos olham pro chão.
Pra onde todos iram?
Se limitando aos prazeres do pão.
Não queremos nos equilibrar numa linha
Nem correr pelas ruas feito criancinhas
Brincando só de cuecas
Somos o espelho do futuro,mais por favor não fiquem de boca aberta.
Pra engolir poucas palavras que pra muitos não farão nenhum sentido
E não to nem ai pra o que acham do meu juízo
Porque não me enterto com o pó
You can open the door do seu paraíso.
Não cheiro a fezes como o teu palito
Frances de um burguês de vocês eu tenho dó
Sentados em privadas de luxo não sei o que cheira pior
Teu pensamento de merda ou o teu lindo palito
Não olhe para os lados do tempo.
You can open the door do seu pensamento.
Por: Jéclysson Taboca 11 e 12 /03/2005
Se estamos bem mais próximos do inferno.
Pra onde todos iram?
Irmãs e irmãos, cristãos ou pagãos.
Basta olhar em sua volta e entender porque todos olham pro chão.
Pra onde todos iram?
Se limitando aos prazeres do pão.
Não queremos nos equilibrar numa linha
Nem correr pelas ruas feito criancinhas
Brincando só de cuecas
Somos o espelho do futuro,mais por favor não fiquem de boca aberta.
Pra engolir poucas palavras que pra muitos não farão nenhum sentido
E não to nem ai pra o que acham do meu juízo
Porque não me enterto com o pó
You can open the door do seu paraíso.
Não cheiro a fezes como o teu palito
Frances de um burguês de vocês eu tenho dó
Sentados em privadas de luxo não sei o que cheira pior
Teu pensamento de merda ou o teu lindo palito
Não olhe para os lados do tempo.
You can open the door do seu pensamento.
Por: Jéclysson Taboca 11 e 12 /03/2005
Bomba Relógio
Sou eu um mero farrapo
De um vilarejo febril
Pobre amordaçado
Jogado num covil
São sete ventos que me levam
Pra onde o teu Deus não viu
E quem descobriu por algum motivo, não sorriu
Nada e nem o mundo dura pra sempre
Aquela bomba isolada explode de repente
Estou falando sério e você nem se quer me ouviu
Vá pra puta que o pariu!
Lá não existem crianças com medo do escuro
Lá ninguém anda encima do muro
Lá ninguém brinca de trabalho
Lá se trabalha de verdade
Passa-se o tempo e o tudo explodiu
Não importa o tamanho do pavio
Não importa se eu ando e ninguém me ver
Aproveite o dia que o futuro é morrer
Por: Jéclysson Taboca.
De um vilarejo febril
Pobre amordaçado
Jogado num covil
São sete ventos que me levam
Pra onde o teu Deus não viu
E quem descobriu por algum motivo, não sorriu
Nada e nem o mundo dura pra sempre
Aquela bomba isolada explode de repente
Estou falando sério e você nem se quer me ouviu
Vá pra puta que o pariu!
Lá não existem crianças com medo do escuro
Lá ninguém anda encima do muro
Lá ninguém brinca de trabalho
Lá se trabalha de verdade
Passa-se o tempo e o tudo explodiu
Não importa o tamanho do pavio
Não importa se eu ando e ninguém me ver
Aproveite o dia que o futuro é morrer
Por: Jéclysson Taboca.
Teus olhos
Eu queria teu calor
Teu carinho e o teu amor
Tanto faz, tanto fez
Esteja pronta que eu te pego as seis
Eu não posso esperar
O dia inteiro pra te beijar
E os teus olhos me diz algo
Que só eles podem me falar
Eu queria te mostrar o quanto eu posso amar...
Só preciso de uma motivação
Um impulso pra uma ação
Só preciso de um olhar, um sorriso
Só preciso que me der a mão
O futuro é próximo
E enquanto isso pode sonhar
E espero que consiga chegar um dia a realizar
Eu já tenho o meu só preciso realizar...
Só preciso de uma motivação
Um impulso pra uma ação
Só preciso de um olhar, um sorriso
Só preciso que me der a mão.
Por: Jéclysson Taboca.
Teu carinho e o teu amor
Tanto faz, tanto fez
Esteja pronta que eu te pego as seis
Eu não posso esperar
O dia inteiro pra te beijar
E os teus olhos me diz algo
Que só eles podem me falar
Eu queria te mostrar o quanto eu posso amar...
Só preciso de uma motivação
Um impulso pra uma ação
Só preciso de um olhar, um sorriso
Só preciso que me der a mão
O futuro é próximo
E enquanto isso pode sonhar
E espero que consiga chegar um dia a realizar
Eu já tenho o meu só preciso realizar...
Só preciso de uma motivação
Um impulso pra uma ação
Só preciso de um olhar, um sorriso
Só preciso que me der a mão.
Por: Jéclysson Taboca.
Dentre nós
Não venha aqui só pra me julgar
Não quero mais ouvir falar
Hipocrisias de fontes orais
Com apenas propósitos banais
De mostrar que não somos
Mais pra mim isso tanto faz
Eu só quero ser feliz
Fazer o que não fiz
Eu só queria te amar
E juntos formar um par
Não sei mais falar
Só lágrimas pra me expressar
Me abraça
Me deixa encostar
No seu ombro
Só você sabe me amparar
Eu só quero ser feliz
Fazer o que não fiz
Eu só queria te amar
E juntos formar um par
Vem e me faz ser criança
Não perca o seu tempo procurando semelhança
Dentre nós, Dentre nós, Dentre nós, Dentre nós.
Por: Jéclysson Taboca.
Não quero mais ouvir falar
Hipocrisias de fontes orais
Com apenas propósitos banais
De mostrar que não somos
Mais pra mim isso tanto faz
Eu só quero ser feliz
Fazer o que não fiz
Eu só queria te amar
E juntos formar um par
Não sei mais falar
Só lágrimas pra me expressar
Me abraça
Me deixa encostar
No seu ombro
Só você sabe me amparar
Eu só quero ser feliz
Fazer o que não fiz
Eu só queria te amar
E juntos formar um par
Vem e me faz ser criança
Não perca o seu tempo procurando semelhança
Dentre nós, Dentre nós, Dentre nós, Dentre nós.
Por: Jéclysson Taboca.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
De ponta cabeça
Me envolvo em você feito merda no ventilador!
Vou logo me espalhando ao mergulhar em tuas hélices
Molhadas e meladas de prazer e dor.
Grito sonetos antigos pra
Lembrar de te falar
Que te respirar é algo que não posso viver sem
E meus sentimentos se sentem sem sentido
Quando não posso te beijar
Quem dera se fosse por motivo de distância como a cidade do mar
Me conformo deixando com que o mar sele o que eu sinto por você
Que não é nada certinho, é tudo as avessas
E não vem de dentro pra fora, vem de fora pra dentro
Mais isso nem te interessa
Pra que direção corre o vento
Escute mais a voz que vem de dentro
E venha correndo me dizer onde escondeu-se
e se ele te fez ouvir o meu louco lamento.
Por: Jéclysson Taboca.
Vou logo me espalhando ao mergulhar em tuas hélices
Molhadas e meladas de prazer e dor.
Grito sonetos antigos pra
Lembrar de te falar
Que te respirar é algo que não posso viver sem
E meus sentimentos se sentem sem sentido
Quando não posso te beijar
Quem dera se fosse por motivo de distância como a cidade do mar
Me conformo deixando com que o mar sele o que eu sinto por você
Que não é nada certinho, é tudo as avessas
E não vem de dentro pra fora, vem de fora pra dentro
Mais isso nem te interessa
Pra que direção corre o vento
Escute mais a voz que vem de dentro
E venha correndo me dizer onde escondeu-se
e se ele te fez ouvir o meu louco lamento.
Por: Jéclysson Taboca.
Às vezes
Às vezes peço a deus
Que me perdoe por não está sempre feliz
Às vezes peço a mim pra te mostrar
Que quase nunca faço o que já fiz
Por que às vezes posso ver
O que ninguém quer mais saber
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Nem Tudo está perdido
Levante e tente outra vez
Às vezes escute os seus pais
Acredite você é capaz!
Um guerreiro não desiste sem ao menos tentar
Tente, Tente, Tente e só pare quando alcançar
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Às vezes eu te vejo nos meus sonhos, meio assim.
Às vezes eu me lembro das vezes em que contava histórias pra mim.
Mais só às vezes com começo meio e fim.
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Por: Jéclysson Taboca
Que me perdoe por não está sempre feliz
Às vezes peço a mim pra te mostrar
Que quase nunca faço o que já fiz
Por que às vezes posso ver
O que ninguém quer mais saber
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Nem Tudo está perdido
Levante e tente outra vez
Às vezes escute os seus pais
Acredite você é capaz!
Um guerreiro não desiste sem ao menos tentar
Tente, Tente, Tente e só pare quando alcançar
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Às vezes eu te vejo nos meus sonhos, meio assim.
Às vezes eu me lembro das vezes em que contava histórias pra mim.
Mais só às vezes com começo meio e fim.
Somos soldados juvenis
Com palavras de artilharias
Por favor, escute a si
Acorde a veja o seu país
Por: Jéclysson Taboca
Verdade seja dita!
Deleito-me na ilusão de possuir carne tão pura
Vejo presbíteros ocultando tua luxuria
Ofereço-me a ti pra encontrar a sua cura
Mais você só pensa nisso, pura loucura!
Parasita do teu meio não anda sempre assim
O teu fim está próximo mais não depende só de mim.
Revolução toda hora, acorde pra cuspir.
Enquanto chega o apocalipse, você insiste em sorrir
Verdade seja dita! Como vamos conseguir?
Tem um mundo inteiro pra conquistar, não pare por ai
Tua vida é um caos, mais não pense em desistir
Verdade seja dita, você não ta nem aqui.
Como vamos conseguir?
Por: Jéclysson Taboca.
Vejo presbíteros ocultando tua luxuria
Ofereço-me a ti pra encontrar a sua cura
Mais você só pensa nisso, pura loucura!
Parasita do teu meio não anda sempre assim
O teu fim está próximo mais não depende só de mim.
Revolução toda hora, acorde pra cuspir.
Enquanto chega o apocalipse, você insiste em sorrir
Verdade seja dita! Como vamos conseguir?
Tem um mundo inteiro pra conquistar, não pare por ai
Tua vida é um caos, mais não pense em desistir
Verdade seja dita, você não ta nem aqui.
Como vamos conseguir?
Por: Jéclysson Taboca.
Missão Terrorista
Missão terrorista e andando calmo ou fingindo estar
Na escola, nas ruas, ou numa mesa de bar
Passando a sua bomba pra ninguém suspeitar
No aeroporto já ‘manjou’
O lance agora é estourar durante o show
Andando bem divagar pra não pisar em mina
E se a polícia passar... vai logo perguntar
Pra que essa mochila?
E automático responde que você vai estudar
Ta liberado! Mas da próxima cuidado
Que as coisas podem esquentar pro teu lado
Ninguém desconfia que eu ando armado
mais não faço o mal
Meu peito é meu escudo
E as bombas que eu carrego são só de efeito moral.
Por: Jéclysson Taboca.
Na escola, nas ruas, ou numa mesa de bar
Passando a sua bomba pra ninguém suspeitar
No aeroporto já ‘manjou’
O lance agora é estourar durante o show
Andando bem divagar pra não pisar em mina
E se a polícia passar... vai logo perguntar
Pra que essa mochila?
E automático responde que você vai estudar
Ta liberado! Mas da próxima cuidado
Que as coisas podem esquentar pro teu lado
Ninguém desconfia que eu ando armado
mais não faço o mal
Meu peito é meu escudo
E as bombas que eu carrego são só de efeito moral.
Por: Jéclysson Taboca.
Sou eu Frankenstein
Muito, muito antes de Frank, estava ali, milhares de pernas e braços, milhares de outros pedaços pra se divertir...
Frank, Frank, não era Frank
Frank não era normal.
Mais eu garanto a vocês que Frank era legal.
Só que ninguém o compreendia...
E numa chuva de trovão, uma grande explosão
Partiu o seu coração.
Agora sim ele já era Frank, um ser racional
De aparência caótica, mais coração de cristal
Vocês não acreditam, mais estava lá
Fankstain louco pra aprender a amar
Frankstain estranho você me formou, me somou pedacinhos
E nem se quer me amou!
"E aonde chegava Frank. Aliens o tratavam como nada. Simplesmente pessoas que julgam um ser de coração puro e frágil, por sua aparência não convencional.
Pensem senhoras e senhores!
Se um de vós encontrardes um ser assim, largado, jogado pelos cantos, chorando e fuçando latas de lixo em busca de sentimentos. Pensem, poderia ser qualquer um de vocês".
Frankstain estranho você me formou, me somou pedacinhos
E nem se quer me amou!
Por: Jéclysson Taboca.
Frank, Frank, não era Frank
Frank não era normal.
Mais eu garanto a vocês que Frank era legal.
Só que ninguém o compreendia...
E numa chuva de trovão, uma grande explosão
Partiu o seu coração.
Agora sim ele já era Frank, um ser racional
De aparência caótica, mais coração de cristal
Vocês não acreditam, mais estava lá
Fankstain louco pra aprender a amar
Frankstain estranho você me formou, me somou pedacinhos
E nem se quer me amou!
"E aonde chegava Frank. Aliens o tratavam como nada. Simplesmente pessoas que julgam um ser de coração puro e frágil, por sua aparência não convencional.
Pensem senhoras e senhores!
Se um de vós encontrardes um ser assim, largado, jogado pelos cantos, chorando e fuçando latas de lixo em busca de sentimentos. Pensem, poderia ser qualquer um de vocês".
Frankstain estranho você me formou, me somou pedacinhos
E nem se quer me amou!
Por: Jéclysson Taboca.
Maria Fumaça Locomotiva
Migalhas juntas fazem uma só
Aromas se espalham provocando reação
Tua pupila dilata sem nenhuma animação
E a vida passa e prende tudo vira conexão
Um trilho é o que te prende e você clama paz
Mas infelizmente não entende. Qual é o lance?
Eu sempre quero mais!
Luzes incandescentes ofuscam os metais
Sangue esconde o brilho, Luzes não alimentam mais.
Os sonhos não existem!
Só castelos feitos por simples mortais
Aproveitar ou não essa viagem
Até outra estação!
Aconselho agora em sua poltrona sentar
E seguir viagem...
Por: Jéclysson Taboca.
Aromas se espalham provocando reação
Tua pupila dilata sem nenhuma animação
E a vida passa e prende tudo vira conexão
Um trilho é o que te prende e você clama paz
Mas infelizmente não entende. Qual é o lance?
Eu sempre quero mais!
Luzes incandescentes ofuscam os metais
Sangue esconde o brilho, Luzes não alimentam mais.
Os sonhos não existem!
Só castelos feitos por simples mortais
Aproveitar ou não essa viagem
Até outra estação!
Aconselho agora em sua poltrona sentar
E seguir viagem...
Por: Jéclysson Taboca.
Pincel de tinta
Se não quiser lembrar, não lembre.
Mais não descarte a válvula que ascende,
E me prende sem possibilidades de apagar.
Sensação não descreva sensação.
A minha pele latejava com o latido dos teus caninos,
Sobre ela creme chantili só você me faz subir.
Nas paredes quadros de sua autoria
E queria e continuo sem querer descrever
Sensações, emoções, não descreva emoções, não minta apenas as sinta.
Por: Jéclysson Taboca.
Mais não descarte a válvula que ascende,
E me prende sem possibilidades de apagar.
Sensação não descreva sensação.
A minha pele latejava com o latido dos teus caninos,
Sobre ela creme chantili só você me faz subir.
Nas paredes quadros de sua autoria
E queria e continuo sem querer descrever
Sensações, emoções, não descreva emoções, não minta apenas as sinta.
Por: Jéclysson Taboca.
Essa noite!
Durma bem essa noite, sonhe comigo.
Espero que esteja sendo sincera só essa noite,
Não quero me enganar mais uma vez,
E que não fique só numa noite
Que fique pra história.
E parte de mim desabrocha assim
Feito pétalas de rosas, flores vistosas.
Durma bem essa noite, mais só essa noite!
É que das próximas, garanto que você não vai dormir.
E que não fique só numa noite, que fique pra história
É que uma noite pra mim tem... 24 horas!
E parte de mim desabrocha assim
Feito pétalas de rosas, flores vistosas.
Por: Jéclysson Taboca.
Espero que esteja sendo sincera só essa noite,
Não quero me enganar mais uma vez,
E que não fique só numa noite
Que fique pra história.
E parte de mim desabrocha assim
Feito pétalas de rosas, flores vistosas.
Durma bem essa noite, mais só essa noite!
É que das próximas, garanto que você não vai dormir.
E que não fique só numa noite, que fique pra história
É que uma noite pra mim tem... 24 horas!
E parte de mim desabrocha assim
Feito pétalas de rosas, flores vistosas.
Por: Jéclysson Taboca.
Dona Rita
Quem é você?
Pobre alma que vaga pela escuridão?
E repousa inquieta
Nos braços de um poeta que só recita versos de calças na mão.
Quem é você? Que se vende por tão pouco
E pouco olha pro focinho daquele porco, que já não recita mais porque se diz estar louco.
Por sugar tanto esse velho, jovem, poeta ou não.
Sai pisando em ovos pra não deixar sua identidade de ante mãos
E no chutar do sol da noite em que tu vagas volta a ser a maldita Dona Rita
Que no prédio em que reside lava as causas do marido careta que pra ela diz que vive.
Por: Jéclysson Taboca
Pobre alma que vaga pela escuridão?
E repousa inquieta
Nos braços de um poeta que só recita versos de calças na mão.
Quem é você? Que se vende por tão pouco
E pouco olha pro focinho daquele porco, que já não recita mais porque se diz estar louco.
Por sugar tanto esse velho, jovem, poeta ou não.
Sai pisando em ovos pra não deixar sua identidade de ante mãos
E no chutar do sol da noite em que tu vagas volta a ser a maldita Dona Rita
Que no prédio em que reside lava as causas do marido careta que pra ela diz que vive.
Por: Jéclysson Taboca
Cigama
Se meus lábios não tocassem
Seus lábios tão macios
Se minha boca não tivesse o teu gosto
E o teu rosto junto ao meu
Não me sentiria completo
Mesmo sabendo que você me destrói,
Aos poucos
E me vejo como os loucos
Te mendigando só um pouco,
Pra me satisfazer, só um pouco.
Me sinto bem em te ascender,
Com minha boca, na tua boca
Me faz viajar e conseqüentemente te faz apagar.
Não me dói quando você me fere,
Me dói quando você se apaga,
Mas um dia tudo tem que acabar.
Por: Jéclysson Taboca.
Seus lábios tão macios
Se minha boca não tivesse o teu gosto
E o teu rosto junto ao meu
Não me sentiria completo
Mesmo sabendo que você me destrói,
Aos poucos
E me vejo como os loucos
Te mendigando só um pouco,
Pra me satisfazer, só um pouco.
Me sinto bem em te ascender,
Com minha boca, na tua boca
Me faz viajar e conseqüentemente te faz apagar.
Não me dói quando você me fere,
Me dói quando você se apaga,
Mas um dia tudo tem que acabar.
Por: Jéclysson Taboca.
C.A. no núcleo terrestre!
Gaya não é só uma palavra presa na sua mente
Se desloca pra onde quer
Antes que desaparece, cresça, dessa
Antes que vire doença, crença, densa.
Gaya luta contra o seu câncer
Que antes era ante- corpos
Mais que maltrata o seu corpo
Com o sopro da sua pobre mente
Crente, quente feito a lâmina do diabo,
que tornam vocês escravos dessa vida descontente
Agora você sente ,sente-se pare e reflita!
Gaya é tão sofrida quanto a nossa gente inocente.
Gaya Não tem culpa de ter criado a gente.
Gaya só é o que ela sente.
Por: Jéclysson Taboca
Se desloca pra onde quer
Antes que desaparece, cresça, dessa
Antes que vire doença, crença, densa.
Gaya luta contra o seu câncer
Que antes era ante- corpos
Mais que maltrata o seu corpo
Com o sopro da sua pobre mente
Crente, quente feito a lâmina do diabo,
que tornam vocês escravos dessa vida descontente
Agora você sente ,sente-se pare e reflita!
Gaya é tão sofrida quanto a nossa gente inocente.
Gaya Não tem culpa de ter criado a gente.
Gaya só é o que ela sente.
Por: Jéclysson Taboca
Ana Elisabeth
Uma melodia antiga,
Que interprete tudo o que eu tenho pra te dizer
Um verso um pouco pobre,
Mais com puro amor é o que eu posso te oferecer
Eu sei você esperava algo mais,
Mais existem momentos em que jogamos ao vento, algo mais.
Você me olha assim, depois eu me pergunto,
Quanto custa um sorriso seu
Um verso um pouco pobre, ou te embaraçar
Por que um dia ouvi você cantar,
Essa canção que eu te fiz pra te falar
Que existem momentos em que prefiro os ventos pra explicar!
Por: Jéclysson Taboca.
Que interprete tudo o que eu tenho pra te dizer
Um verso um pouco pobre,
Mais com puro amor é o que eu posso te oferecer
Eu sei você esperava algo mais,
Mais existem momentos em que jogamos ao vento, algo mais.
Você me olha assim, depois eu me pergunto,
Quanto custa um sorriso seu
Um verso um pouco pobre, ou te embaraçar
Por que um dia ouvi você cantar,
Essa canção que eu te fiz pra te falar
Que existem momentos em que prefiro os ventos pra explicar!
Por: Jéclysson Taboca.
Assinar:
Comentários (Atom)