segunda-feira, 21 de junho de 2010

Insônia.

Ando pela casa, descalço no escuro
Algumas vezes ando
Outras vezes rastejo
Não é mais absurdo
Não consigo dormir
Tem um percevejo grudado em mim

Sigo ruídos mais ou menos assim...

O que você quer ser, quando você crescer?
Poesia não importa, seja antes de morrer!
Te proíbo, te odeio, você não me faz ri
Guri que meche em fogo não consegue dormir.

Velho corcunda, olhos de rubi
Nem sinto o peso do meu percevejo
Ele se alimenta de pedaços de mim
E no fim da noite volto a ouvir.


Por: Jéclysson Taboca.

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